Estou aqui sentada...
Estou aqui sentada, à espera...
À espera de quê?
Ou de quem?
As areias do tempo escorrem lentamente por entre os meus dedos.
Abandonam os meus dias grão a grão...
Olho à minha volta e nada vejo.
A espera é cansativa, desanimadora, quase destruidora...
Não há doçura nesta espera.
Apenas frutos intragáveis de tão amargos que são...
Folheio as páginas do meu diário e cada página que passo está mais vazia...
Vejo a pauta da minha vida e os acordes são sempre os mesmos...
Tento ver as minhas fotografias para relembrar o passado,
Mas estão desfocadas...
Tento cheirar o perfume do meu riso,
Mas já não me cheira a nada...
Olho em frente...
Ainda há esperança...
E enquanto há esperança há vida...
E enquanto há vida há necessidade de felicidade...
Há sede de nova esperança...
Há ilusão de um futuro diferente...
O vento dos pensamentos volta mais uma página do meu diário...
Tenho uma esferográfica nova: um frágil sorriso.
QUERO e VOU aprender novamente a escrever nas linhas da minha vida...
20/09/06
À espera de quê?
Ou de quem?
As areias do tempo escorrem lentamente por entre os meus dedos.
Abandonam os meus dias grão a grão...
Olho à minha volta e nada vejo.
A espera é cansativa, desanimadora, quase destruidora...
Não há doçura nesta espera.
Apenas frutos intragáveis de tão amargos que são...
Folheio as páginas do meu diário e cada página que passo está mais vazia...
Vejo a pauta da minha vida e os acordes são sempre os mesmos...
Tento ver as minhas fotografias para relembrar o passado,
Mas estão desfocadas...
Tento cheirar o perfume do meu riso,
Mas já não me cheira a nada...
Olho em frente...
Ainda há esperança...
E enquanto há esperança há vida...
E enquanto há vida há necessidade de felicidade...
Há sede de nova esperança...
Há ilusão de um futuro diferente...
O vento dos pensamentos volta mais uma página do meu diário...
Tenho uma esferográfica nova: um frágil sorriso.
QUERO e VOU aprender novamente a escrever nas linhas da minha vida...
20/09/06
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