Da última vez...
Da última vez que verifiquei
Ainda estavas no meu coração.
Entranhado, enlaçado,
Fundido com cada fibra do meu ser.
Questiono-me todos os segundos de cada minuto
De cada hora de cada dia de cada semana
De cada mês de cada ano de cada década
de cada século de cada milénio de cada vida...
Questiono-me se o que sinto por ti é real e profundo
Ou não passa de uma ilusão...
Não sei o que concluir do facto de não te conseguir esquecer...
Estás presente nom meu coração e no meu pensamento
Vinte e quatro horas por dia e sete dias por semana...
Olho-me ao espelho e vejo-te reflectido nos meus olhos,
Ouço o teu nome a sair constantemente dos meus lábios,
Sinto-te no meu sorriso...
Vem aquecer o meu coração
E derreter o gelo do meu olhar...
Preciso saber o que és para mim...
Não demores,
Estou quase a adormecer a chorar
E esta espera mata-me,
Consome-me lentamente roubando as minhas forças para viver...
Para viver?
Ou para sobreviver?
Sobreviver, porque a vida sem ti não é vida.
Sem ti o sol não me aquece
E a lua não me ilumina nas veredas escuras da vida,
Nos becos e vielas de um amor não correspondido...
Da última vez que verifiquei ainda estavas no meu coração.
escavando cada vez mais fundo...
Na esperança (quem sabe) de sair de lá definitivamente...
As garras da solidão prendem-me com os seus tentáculos frios...
A névoa das lágrimas turva-me a visão...
Quem és? O que és para mim?
Não sei...
Não sei...
Não sei...
Só sei que da última vez que verifiquei estavas no meu coração...
O meu coração sangra...
Não vejo a hora para que esta dor acabe...
23/08/06
Ainda estavas no meu coração.
Entranhado, enlaçado,
Fundido com cada fibra do meu ser.
Questiono-me todos os segundos de cada minuto
De cada hora de cada dia de cada semana
De cada mês de cada ano de cada década
de cada século de cada milénio de cada vida...
Questiono-me se o que sinto por ti é real e profundo
Ou não passa de uma ilusão...
Não sei o que concluir do facto de não te conseguir esquecer...
Estás presente nom meu coração e no meu pensamento
Vinte e quatro horas por dia e sete dias por semana...
Olho-me ao espelho e vejo-te reflectido nos meus olhos,
Ouço o teu nome a sair constantemente dos meus lábios,
Sinto-te no meu sorriso...
Vem aquecer o meu coração
E derreter o gelo do meu olhar...
Preciso saber o que és para mim...
Não demores,
Estou quase a adormecer a chorar
E esta espera mata-me,
Consome-me lentamente roubando as minhas forças para viver...
Para viver?
Ou para sobreviver?
Sobreviver, porque a vida sem ti não é vida.
Sem ti o sol não me aquece
E a lua não me ilumina nas veredas escuras da vida,
Nos becos e vielas de um amor não correspondido...
Da última vez que verifiquei ainda estavas no meu coração.
escavando cada vez mais fundo...
Na esperança (quem sabe) de sair de lá definitivamente...
As garras da solidão prendem-me com os seus tentáculos frios...
A névoa das lágrimas turva-me a visão...
Quem és? O que és para mim?
Não sei...
Não sei...
Não sei...
Só sei que da última vez que verifiquei estavas no meu coração...
O meu coração sangra...
Não vejo a hora para que esta dor acabe...
23/08/06
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